Preparação para
Aposentadoria

Aposentadoria não é o fim. É um novo
projeto de vida.

Para muitos servidores públicos, a aposentadoria não é vivida como conquista, mas como ruptura. A aposentadoria não deve ser tratada como encerramento administrativo, mas como transição identitária, subjetiva e social.

Quando essa transição não é
acompanhada, o servidor “perde o
chão” justamente no momento em que
poderia iniciar uma fase de maior
autonomia e liberdade.

Nosso programa compreende a aposentadoria como um
novo ciclo de vida, que precisa ser:

• elaborado emocionalmente;
• simbolizado;
• planejado de forma realista e prática;
• sustentado por vínculos e sentido.

Trabalhamos com processos multifatoriais individualizados e reais de transição:
respeitando a história, os limites e os desejos de cada servidor.

O legado: Pessoas que iniciam a nova fase com autonomia, projetos e vínculos.

“A vida de ninguém deveria ser resumida a um diagnóstico (ou a um cargo). Você é muito mais do que a sua doença (ou o seu trabalho).”

“Envelhecer é a única
maneira que temos de não
morrer jovens. É uma
conquista, não uma
derrota.”

Ana Cláudia
Quintana

Uma gestão que cuida até o último ciclo da trajetória do trabalhador (com relatórios de impacto do Programa).

COMO?

Para quem este
programa é indicado:

• servidores em fase de pré-aposentadoria;
• servidores já aposentados em processo de adaptação;
• órgãos públicos que valorizam o encerramento ético e humano da trajetória profissional;
• gestões que compreendem aposentadoria como parte da política de cuidado ao trabalhador.

O programa abrange 3 momentos:

1. Momentos coletivos de abertura e sensibilização
2. Grupos terapêuticos e vivenciais: espaços contínuos de elaboração coletiva
3. Processos individuais de coaching e acompanhamento

O grupo não é espaço de desabafo, mas dispositivo clínico estruturado, com método, direção e cuidado ético.
aborda-se temas como:

• aposentadoria e identidade;
• luto simbólico pela carreira;
• tempo, rotina e reorganização da vida;
• vínculos, pertencimento e redes de apoio;
• expectativas irreais e idealizações do “depois”.

Esses encontros criam linguagem comum, legitimam o tema e abrem o processo de elaboração.

Como contratar?

ciclo formativo completo;

parte de um programa institucional de cuidado ao trabalhador;
ou ação estratégica para grupos específicos ou momentos de transição coletiva.

Viabilizamos nossa contratação com:

1. Licitação Comum
2. Inelegibilidade de Licitação
3. Dispensa de Licitação
4. CPSI (Contrato Público de Solução Inovadora)
5.Contratos Mensurados por UST (Unidade de Serviço Técnico)

A pergunta central do programa não é
o que você vai fazer depois?
mas sim: quem você se torna quando o trabalho deixa de ser o eixo central da sua identidade?